A distância do centro comercial virou vantagem criativa: sem varejista grande olhando por cima do ombro, as marcas testam corte estranho e estampa arriscada.
Sem varejista grande olhando por cima do ombro, as marcas testam corte estranho.
O resultado é um vocabulário visual que mistura bloco de carnaval, camisa de time de várzea e cartaz de show — coisas que não passam por moodboard importado.
A parte difícil continua sendo logística. Frete e prazo ainda são o maior inimigo dessas marcas, não a criatividade.




